domingo, 11 de dezembro de 2011

Pesquisa sobre a análise da psicogenese daleitura e da escrita

1.    O que é preciso garantir para que o diagnóstico seja bem feito?
Em primeiro lugar ser capacitada na área a qual estou inserida, sem dúvida conhecer a construção da base alfabética no caso do 1º ano do ensino fundamental. Visto que, temos que oferecer aos educandos diversas formas de tarefas e tempo para que não façamos diagnósticos precipitados, ou seja, errado.
2.    O que se deve olhar na análise das escritas produzidas?
Perceber que a criança está num processo de transição da leitura e da escrita, observar o formato da letra, a quantidade de letras que as crianças julgam de acordo a palavra, observar o fonema ouvido pela criança porque muitas vezes a criança apresenta problema na fala e escreve incorreto. Ela perceve que palavra escrita é constituída de conjuto de letras.
3.    Como pensa que esses dados podem ser utilizados?
Nas análises de estudos em sala de aula, um caminho para a descoberta de uma possível ajuda para uma criança que, depende de um fonodiodogo e em diversas áreas da coordenação pedagógica entre outras mais.
4.    No cotidiano da sala de aula, qual a função de se realizar a análise dessas escritas?
Para avaliar e auxiliar o desempenho do aluno seja de forma positiva ou negativa, ou índice de aproveitamento uma vez que para a mesma esteja no  nível alfabético, que é o nível que pode-se considerar que o aluno atingiu a compreensão da linguagem escrita.
Conclusão

Bem, diante do conhecimento que possuo sobre a profissional e a escola, sei que ambas são elogiadas. No entanto, aos conhecimentos que adquiri durante os cursos, a experiência profissional e hoje adiciono à faculdade, percebo que está tem conhecimento, mas em sua pratica isso não é aplicado como deveria ser.
Ao solicitar à professora as amostras das escritas, pude perceber que havia atividades de escrita e não um trabalho voltado a analise da leitura e da escrita, pois nestas não havia marcações sobre como a criança leu e não houve observação do professor nessa parte, porque segundo o meu ver, havia uma atividade onde a lista de palavras de um aluno possui duas palavras fora da ordem e esta nem chegou a perceber que as palavras estavam em lugares trocados colocando a palavra que deveria ser naquele lugar, sendo assim, esta atividade ficou mais “errada” do que realmente estaria.
Como ex-professora de educação infantil, sei da importância dessa análise, sei também que poucos a pratica, sendo assim nossos alunos passam pela escola e esta não percebe suas necessidades para que haja chance de correção na idade correta. Segue anexos algumas das atividades que tive acesso.

MINHAS MEMÓRIAS DA ALFABETIZAÇÃO.

Não tenho muitas lembranças dessa época, não sei se foi porque gostei, ou até mesmo porque não me agradou. Lembro-me que pelo fato da minha mãe trabalhar, deu início aos meus estudos, no então chamado hoje Jardim I, aos três anos de idade, nesse período estudei pouco, não sei a razão. No ano seguinte não estudei.
Após um ano voltei à escola, lembro-me da Tia Edna, residente até hoje no município, nesse período a escola era em outro prédio, que foi utilizado por muito tempo para a educação infantil. Nesta, fazíamos alguns trabalhos de colagem, cola colorida, tinta, etc., tudo bem regrado e com o auxilio dos professores, apreendíamos as letras, os números, as continhas já eram trabalhadas, porem com o uso de figuras e não com números.
Com os seis anos de idade, fui para a 1ª série, lá já se cobrava a leitura como um dos requisitos para se passar de ano, ensinávamos a ler com sílabas e se errávamos era corrigido no exato momento.
Pude perceber nos dias de hoje que a minha ex-professora se acha a tal, só porque deu aula muitos anos na 1ª série, mas o mundo evoluiu e ela ficou para traz.
Recordo-me das provinhas que fazíamos, eram sempre individuais e ficávamos até termina-las. Lembro-me de uma colega que passou arrastada, a mãe preferiu que ela repetisse o ano para que pudesse aprender mais, contudo não sei se foi bem assim, pois esta permaneceu na primeira série até o período em que eu já estava no colegial, será que repetir é um requisito para aprender? Isso é que me leva a refletir sobre a repetência nas escolas e às vezes entendo que nem sempre esse é o melhor caminho. Lembro-me que a diretora da alfabetização foi quem iniciou uma tradição para a alfabetização, que foi a formatura da alfa, foram momentos bons, guardei por muito tempo minhas provinhas e a pastinha de cantos, mas infelizmente hoje eu não os tenho mais, possuo também uma cartilha a qual não me recordo a série, porém sei que era minha e tive acesso às minhas matriculas, no entanto ela é bem simples e só havia o ano e o nome da professora, somente o primeiro nome. Professora, gostaria de ressaltar que infelizmente estes arquivos ficaram em minha cidade e por isso não vão fazer parte do meu trabalho.

GUIA PRÁTICO DE ALFABETIZAÇÃO (MARLENE CARVALHO)

SÍNTESE 
SIRLANE FRANCO DE CARVALHO NUNES

Marlene Carvalho em sua obra “Guia prático do alfabetizado” nos leva a refletir e até mesmo nos norteia no grande desafio que nós educadores enfrentamos na busca em produzir bons leitores. O livro nos leva a compreender o processo de alfabetizar, desta forma, é preciso mostrar o que se obtém com a leitura e torná-la atraente, facilitar para que o aluno veja os diversos usos sociais da leitura e da escrita.
É importante ler em voz alta histórias e textos de vários gêneros e fazer com que os alunos participem da leitura, fazendo criar hipótese, ideias, compreender e interpretar a leitura, despertando o gosto pela leitura e um raciocínio crítico, a fim de compreender a escrita e os diferentes gêneros, para que dessa forma possa saber o que esperar de um determinado texto.
A criança não possui a mesma lógica de um adulto, sendo necessário que o professor escolha o tipo de texto que mais seja de interesse ao aluno. Todo professor deve achar seu melhor caminho para alfabetizar.
Os diferentes tipos de atividade citadas no livro levou-me a refletir e ter mais convicção que esta forma de se trabalhar na alfabetização é uma das melhores maneiras, pois, é nesse processo que a leitura e a escrita passam a ter significado para o aluno, diferentemente do uso silábico como base para a alfabetização.
Diante do que li, pude perceber atividades que ainda não fazia parte da minha pratica em sala, no entanto só fez com que eu percebesse que essa forma de trabalhar facilita o aprendizado e incentiva o aluno a ser um bom leitor, a curiosidade da criança é com certeza um ótimo incentivo para o seu avanço.

A ARTE DE PRODUZIR FOME

Sirlane Franco de Carvalho Nunes*.
O texto de Rubens Alves compara o aprendizado com a fome, deixando bem clara a necessidade que temos em sentir o desejo de ter o aprendizado da mesma maneira que sentimos vontade de comer.
Os professores, os pais, muitas vezes cometem equívocos, em saciar essa fome antes mesmo dela ser provocada. a necessidade faz com que nossa mente funcione, pense em uma solução para as necessidades existentes.
É papel do professor, incentivar essa fome, essa curiosidade, a necessidade de chegar a algo, de buscar, de ir além do que se tem. Diante desse fato, o texto compara esse ambiente com uma cozinha, a qual seja possível despertar nas pessoas a fome, pois através dela, não interessa como, o indivíduo busca um meio de conseguir aquilo que necessita, e dessa forma utiliza a memória, pensa, e esse pensar gera o aprendizado.
O amor é um elemento essencial na caminhada do aprendizado, este não fornece tudo pronto, limita e da liberdade ao indivíduo, permitindo-lhe, espaço suficiente para pensar e refletir sobre essa “fome”.
O autor deixa bem claro o quanto é essencial essa fome, pois sem fome a alimentação é forçada e pode induzir ao vômito, se for alimentada quando há fome, esta o saciará e permanecerá em seu estomago. Da mesma forma é a aprendizagem, quando forçada é esquecida, mas se for buscada, ficará para sempre com o indivíduo. Sabendo de tudo isso, fica clara a necessidade desse saber, pois de nada adianta ensinar um pescador, que só tem o mar como única fonte de renda, o oficio de sapateiro, ele poderá até, se desejar, mudar de profissão, no entretanto será muito difícil e não despertará nenhum tipo de interesse nesse aprendizado. Se o aprendizado trouxer consigo as dificuldades, uma maneira mais fácil ou melhor de se pescar, com certeza o pescador irá absorver todo o conhecimento possível, pois faz se presente a sua fome, sua vontade de aprender.
Diante de tudo que tenho visto e estudado durante esse último ano, percebo que esse texto diz toda a verdade, pois não conseguimos aprender se não houver interesse de nossa parte. No entanto, percebo que é uma grande responsabilidade e um enorme desafio para o professor, despertar essa “fome” nos alunos, mesmo assim seremos felizes somente em termos a consciência de que adquirimos saberes e estes, serão no mínimo transmitidos aos nossos alunos, com certeza não chegará a sua plenitude, mas será muito satisfatório se um pouco desse aprendizado for passado às futuras gerações.
* Acadêmica do curso de Pedagogia, na Universidade do Estado da Bahia – UNEB, pela Plataforma Freire – PARFOR.

Plano de aula – Os lugares e as paisagens

Plano de aula – Ciencias
3º ano.
Conteúdo:
·         Os lugares e as paisagens
Objetivos:
·         Reconhecer elementos de diferentes paisagens.
·         Reconhecer e distinguir, em imagens, elementos naturais criados pelas pessoas.
Competências
·         Reconhecer a paisagem natural e a paisagem humanizada.
Recursos:
·         Figuras
·         Computador
·         Retroprojetor
Estratégia:
·         Uso de imagens diversas.
·         Música.
·         Brincadeira em círculo.
Avaliação: Observar a participação e o interesse, sua capacidade de estabelecer relação entre o conteúdo e a sua realidade, partindo do seu cotidiano para a cientificidade presente na sala de aula.

PROJETO DE INTERVENÇÃO NO BRINCAR MATEMÁTICO.

SIRLANE FRANCO DE CARVALHO NUNES


2.    APRESENTAÇÃO

O projeto intitulado “Brincando com a Matemática”, situa-se no Colégio Municipal Souza Mendes, localizado no Centro do Município de Ibirapuã. Extremo Sul da Bahia. O Colégio Municipal Souza Mendes começou a sua história em 31 de março de 1971 na Rua São Salvador. A sua fundação ocorreu no governo de Carlos Carvalho de Souza e completou-se no governo de Nilson Mendes de Andrade. O Souza Mendes era anteriormente chamado Ginásio Municipal de Ibirapuã. Até 2003 oferecia os cursos de Magistério e Formação Geral, a nível médio. Atualmente oferece o Curso Fundamental de 6º a 9º ano e de Aceleração na mesma etapa. Hoje o Colégio Souza Mendes conta com 633 alunos e 22 professores e um quadro de funcionários que ajudam a construir a sua história.
O Souza Mendes possui salas amplas e atende a toda população, pois é a única que oferece ensino de 6º ao 9º ano, sendo assim, as salas apesar de amplas encontram-se superlotadas, funcionando pela manhã com o ensino regular e no período noturno com as turmas de EJA. Dessa forma a escola atende a todos os níveis de classe social existente no município, tornando o trabalho mais complexo e comprometedor por parte de todos, lidar com pessoas de diferentes idades, gostos e atitudes requer do profissional muita flexibilidade e ao mesmo tento sensibilidade, pois precisamos a todo o momento estarmos atento aos acontecimentos, as necessidade e dificuldades que os nossos alunos passam, pois esses acontecimentos podem comprometer o processo de aprendizagem e a qualidade do mesmo, podendo gerar marcas permanentes na vida do educando.
A estrutura física do Souza Mendes há muitos anos não sofre qualquer tipo de reforma, a não ser para dar os jeitinhos e improvisos que são presentes no cotidiano escolar. Neste ano realizaram algumas adaptações devido à inclusão social, as rampas, em minha opinião são mal feitas e se torna perigoso algum tipo de acidente, a escola não possui até o momento nenhum aluno cadeirante, mas a fiscalização exige tal adaptação. Ainda neste período estão sendo instalados ar-condicionados em todas as salas, no entanto os vidros e fechaduras das portas ainda encontram-se quebrados, sem contar que a eletricidade monofásica não suporta os ar-condicionados sendo necessária uma mudança para trifásica, então não se sabe ao certo quando esses benefícios estarão realmente disponíveis.
Todas as turmas do 6º ano estão numa média de 38 alunos por sala, isso de certa forma prejudica a qualidade do trabalho, pois além da quantidade de alunos temos alunos com idade avançada e talvez por essa razão esses alunos não possuam interesse, que em minha opinião é preocupante, trazendo prejuízos para toda a turma.
O projeto que hora se apresenta, foi desenvolvido visando especialmente às áreas de Educação Artística e Matemática, podendo se estender a outras disciplinas a depender do interesse dos professores e coordenação da escola. Essas disciplinas visam despertar a criatividade, a consciência em reciclar, o raciocínio lógico, o aprendizado na área da matemática e o prazer em aprender brincando.
3.    OBJETIVOS

3.1  GERAIS

·         Compreender os conceitos, os procedimentos e as estratégias matemáticas que permita o desenvolvimento nos estudos posteriores, adquirindo a capacidade de buscar seu próprio conhecimento a partir da realidade em que vive;

·         Vivenciar no ambiente escolar, relações sociais facilitadoras do desenvolvimento cognitivo e da autoestima;

·         Criar estratégia à sua maneira, para as possíveis resoluções das situações problematizadoras;

·         Criar um ambiente facilitador, buscando os valores e a importância da matemática na sua plenitude.

3.2  ESPECÍFICOS

·         Despertar para a arte, desenvolvendo a criatividade e o gosto por criar a partir de materiais recicláveis.
·         Despertar para a consciência ecológica e a ação de conservar o meio ambiente.
·         Desenvolver o gosto pela matemática através de uma atividade prazerosa.
·         Vivenciar momentos que utilize medidas de comprimento.
·         Realizar atividades que exija esforço mental na construção de estratégias para atingir os objetivos pretendidos.
·         Associar diferentes formas de representações das frações.
·         Utilizar dados construídos por eles mesmos através dos jogos para a construção de tabelas e gráficos.

4.    JUSTIFICATIVA

O projeto “Brincando com a Matemática”, busca facilitar o aprendizado deste conteúdo, trazendo atividades descontraídas, onde o educando é o construtor do seu próprio saber. Pois através do diálogo, da busca por soluções e do uso de recursos palpáveis, o aluno é capaz de buscar nos seus conhecimentos prevíeis uma provável solução para as dificuldades encontradas durante o processo de construção do aprendizado.
Os conteúdos aqui aprendidos podem ser de grande valia na vida do indivíduo, pois a capacidade de pensar, chegar a uma solução, é um dos maiores bens adquiridos por uma pessoa, pois através dele estamos formando pessoas capazes de construir o seu próprio conhecimento e sendo assim, capaz de mudar as coisas ao seu redor.
5.    DESAFIO PEDAGÓGICO (PROBLEMÁTICA)

De acordo com o diagnóstico realizado através da observação em sala de aula, nas turmas do 6° ano do Ensino Fundamental, foi possível perceber as dificuldades dos alunos no uso da régua, em compreender o que é área e o seu calculo, a falta de interesse pela matéria. Levando-nos a refletir sobre as diferentes formas de apresentar o assunto aos alunos, de maneira a relacionar com a realidade dos mesmos. Levando-nos a desempenhar um trabalho em grupo, buscando despertar as relações sociais e o aprendizado através do compartilhamento de experiências e teorias.

6.    FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

A escolha desse projeto para ser desenvolvido no 6° ano do Ensino Fundamental se apoia no período de experiência vivenciado por mim, durante o ano letivo de 2011 em sala de aula. Assim, ao propor um trabalho sobre medidas, porcentagem, frações, tabelas e gráficos, apoiamo-nos também nas concepções de alguns estudiosos como Ausubel, que nos chama atenção para o significado conotativo, fazendo-nos perceber que os conceitos provocam reações a partir das experiências vividas pelos alunos e que não podemos continuar a insistir em conceitos e palavras que não tem nada a ver com a experiência concreta dos alunos.
 Não poderíamos esquecer já mais da importância do cotidiano em nossas aulas, pois a realidade é um pontapé inicial para um aprendizado de qualidade.
Assim, observa Paulo Freire: Na verdade, somente com muita paciência é possível tolerar, após as durezas de um dia de trabalho ou de um dia sem “trabalho”, lições que falam de ASAS – “Pedro viu a asa – A asa é da ave”. Lições que falam de Evas e de uvas a homens que, às vezes, conhecem poucas Evas e nunca comeram uvas. (Eva viu a uva. 1969. pág. 104).
Diante da busca por uma aprendizagem significativa, buscamos atividades que possam ser vivenciadas em sala de aula, para que o aluno associe o que já sabe com o que é novo para ele.
7.    O PROJETO E SUA APLICABILIDADE

7.1 PERÍODO DE EXECUSSÃO

De 15 de agosto a 30 de setembro de 2011.

7.2  ATIVIDADES

·         Apresentação do projeto à coordenação pedagógica;
·         Reconhecimento das turmas e alunos envolvidos;
·         Preparação do material de aplicação;
·         Organização da sala e da turma;
·         Disputa entre as turmas com os jogos confeccionados (culminância);

7.3 CRONOGRAMA DE EXECUSSÃO

·         Buscar um pouco da história dos jogos, bem como textos que falem deles;
·         Selecionar um acervo de atividades possíveis a serem vivenciadas pelos alunos em sala de aula;
·         Observar a qualidade das atividades que serão aplicadas em sala e que atingirão nossos objetivos;
·         Favorecer o diálogo e a discussão sobre o assunto;

7.4 AÇÕES NECESSÁRIAS

·         Contar um pouco da história dos jogos a serem confeccionados;
·         Dividir a turma em duplas ou grupos, a depender do jogo;
·         Fornecer o material concreto e a situação problema a ser resolvida para que ocorra a confecção do jogo;
·         Estabelecer diálogo entre os grupos, professor e alunos sobre o processo de construção e as regras do jogo;


7.5 METODOLOGIAS

·         Contar uma breve história sobre a origem do jogo;
·         Uso de material concreto como: papelão, régua, tampinhas, cartolina, material impresso, papel cartão, tesoura, lápis de cor, caneta, etc.
·         Diálogo ou discussão que favoreça o raciocínio;

7.6 CONTEUDO

·         Medidas de comprimento.
·         Porcentagem.
·         Tabelas e gráficos.
·         Adição, multiplicação e divisão.
·         Frações.
·         Regra de três.
·         Números decimais.

7.7 RECURSOS

·      Cartolina.
·      Papelão.
·      Cola.
·      Régua.
·      Tampinhas de garrafa.
·      Material impresso.
·      Livro didático do aluno.

7.8 AVALIAÇÕES

A avaliação do projeto ‘Brincando com a Matemática’ ocorrerá durante todo o processo de seu desenvolvimento, envolvendo a observação direta do professor. As atividades de produção, tanto escrita como oral, desenvolvidas pelos alunos, serão consideradas. Também serão alvos das nossas observações, os avanços obtidos e demostrados pelos alunos no decorrer e no final do projeto.
As atividades serão desenvolvidas em dupla ou em grupos, proporcionando aos alunos oportunidade de ouvir, discutir e refletir sobre a opinião dos colegas, facilitando o exercício de verificação e entendimento dos temas trabalhados.
Um fator de extrema importância é a relação professor e alunos, onde o aluno ao se expressar, demonstra o conhecimento adquirido e a sua compreensão do conteúdo.
Levar em consideração o interesse dos alunos, pois a matemática tem aplicações notáveis em outras ciências. Os alunos serão avaliados pelo seu envolvimento e participação nas atividades propostas.

7.9 SINTESE/CULMINÂNCIA

As duplas ou grupos ficarão responsáveis por trazerem os resultados dos jogos de forma que permita uma análise da porcentagem, assim cada grupo realizará uma apresentação para os seus colegas dos cálculos realizados e das características utilizadas por eles na construção da tabela e do gráfico. Após as apresentações, ocorrerá uma roda de conversa, onde haverá um diálogo sobre todas as apresentações e cada irá compartilhar sobre os conhecimentos adquiridos e as dificuldades encontradas durante a realização do projeto. Logo após teremos uma dinâmica sobre a importância do trabalho em grupo e por fim haverá uma disputa entre as turmas envolvida com a confecção dos jogos.
É muito gratificante trabalharmos com os alunos do 6° ano, pois a pesar da pouca maturidade, realizam as atividades com gosto e interesse principalmente no momento de jogar.

8.    REFERENCIAS

Salto para o futuro. Jogos e brincadeiras: desafios e descobertas. TV Escola. 2ª ed. ISSN 1982-0283. Ano XVIII boletim 07- maio de 2008.
PENTEADO, W. M. A. – Psicologia e Ensino. São Paulo, Papelivros, 1980.

sábado, 7 de maio de 2011

A JAQUEIRA


Jaqueiras e mangueiras.
Sombras agradáveis e aconchegantes,
Muitos descansam e outros estudam.
Mas poucos percebem a sua beleza.

Um dia por acaso,
Algo diferente aconteceu
Uma jaqueira enfeitada
De repente apareceu.

Eram flores muito lindas
E de longe se destacavam
Pois naquele lugar
Somente ela assim estava.

Admirando a sua beleza
Surpresas ficaram
Pois jaqueira como aquela
Jamais encontraram.

Diante da situação
Resolveram investigar
E ao desvendar
Encantados puderam ficar

As plantas solidárias
Puderam se auxiliar
Enquanto a roseira a enfeitava,
A jaqueira permitia a elevar.

Na vida devemos ser
Como a roseira e a jaqueira
Que serve ao seu próximo
Com carinho e muita beleza.
Autora: Sirlane Franco